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quarta-feira, fevereiro 16, 2011
sábado, fevereiro 05, 2011
O Nosso Dominó
Os “Dominós” estão a ser recordados em mostra temática, de 5 a 11 de Fevereiro, no CC Dolce Vita.
O nosso - que é o mais bonito, diga-se de passagem - também lá marca presença no âmbito do convite que a Fundação formulou aos grupos e escolas de samba.
Parabéns às Zuzucas Estilitas pelo trabalho realizado de fazer inveja às Anas Salazares deste país.
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Zuzucas apresentam «O Soldadinho de Chumbo»
2010: «Atéxumbolebas» - 2.º Lugar
Era uma vez vinte e oito lindos soldadinhos. Feitos de chumbo, é verdade. Mas todos iguaizinhos. E, dentro de uma caixinha, foram embrulhados num bonito laçarote e oferecidos a um menino que, claro, ficou muito contente.
Nesse dia, quando se foi deitar, deixou-os de guarda. Mas, só por uma noite.
E os brinquedos, apanhando-se sós, puseram-se todos a pular. E a brincar, as horas passam a correr. Tlim, tlão! O relógio dá meia-noite.
Um feiticeiro sai de uma caixa e o nosso soldadinho apanha cá um susto!
Mas, aí... vem uma rajada de vento e abre a janela de par em par!
E o nosso soldadinho, voa janela fora. Por sorte, cai espetado na ponta da baioneta. Começa a chover e o pobre soldadinho naquela incómoda posição…
Nesse momento, dois meninos que iam a passar, vendo-o ali, apressam-se a fazer um barquinho de papel para o soldadinho navegar. E o barquinho lá vai, boiando... navegando... deslizando, da sarjeta para o rio.
As águas calmas e cristalinas não deixam adivinhar a catarata de águas revoltas que se esconde mais adiante. O barquinho cai nela e o valoroso soldadinho, num repente, vê-se no fundo de um turbulento rio.
Ainda o nosso soldado se está a recompor da queda e dele já se aproxima um peixe grande e guloso. Abre a boca e engole-o. Imagina o que sentiu o soldadinho...
Mas o peixinho comilão, por seu lado, também vai cair, bem depressa, nas redes de um pescador. E a cozinheira assim que o vê tão bonito, com escamas tão brilhantes, pensou logo em preparar uma boa caldeirada.
Mas vejam só que coincidência! Lá vai ela a entrar na mesma casa onde morava o nosso soldadinho de chumbo. E agora ela está a amanhar e a cortar o peixe. Ena! O que é que ela encontrou? É o nosso querido soldado.
É inacreditável! É admirável mesmo! Se não tivéssemos visto, seria difícil de acreditar. Vejam só de que maneira o soldadinho de chumbo conseguiu voltar a casa!
E agora, que alegria, ele está de regresso, no meio de todos os outros brinquedos. E para a felicidade ser completa, uma linda bailarina contempla-o, sorrindo.
O menino, satisfeito, brinca alegremente com o soldadinho de chumbo.
Mas de repente...! Que pena! O nosso soldadinho tropeça e cai no meio da lareira acesa e, desse modo, amiguinhos, ele vai derreter.
Mas não fiquem tristes, porque ele não morre! Ele voltará na forma de um novo brinquedo. E a linda bailarina vendo assim o seu amado, também salta para dentro da fogueira, onde estava o soldadinho.
E na manhã seguinte,
viram todos, que emoção!
Os dois juntos, transformados,
num bonito coração.
(Adaptação de «O Soldadinho de Chumbo», conto escrito por Hans Christian Andersen, e publicado pela primeira vez em 1838)
(Fotos: Internet)
Era uma vez vinte e oito lindos soldadinhos. Feitos de chumbo, é verdade. Mas todos iguaizinhos. E, dentro de uma caixinha, foram embrulhados num bonito laçarote e oferecidos a um menino que, claro, ficou muito contente.
Nesse dia, quando se foi deitar, deixou-os de guarda. Mas, só por uma noite.
E os brinquedos, apanhando-se sós, puseram-se todos a pular. E a brincar, as horas passam a correr. Tlim, tlão! O relógio dá meia-noite.
Um feiticeiro sai de uma caixa e o nosso soldadinho apanha cá um susto!
Mas, aí... vem uma rajada de vento e abre a janela de par em par!
E o nosso soldadinho, voa janela fora. Por sorte, cai espetado na ponta da baioneta. Começa a chover e o pobre soldadinho naquela incómoda posição…
Nesse momento, dois meninos que iam a passar, vendo-o ali, apressam-se a fazer um barquinho de papel para o soldadinho navegar. E o barquinho lá vai, boiando... navegando... deslizando, da sarjeta para o rio.
As águas calmas e cristalinas não deixam adivinhar a catarata de águas revoltas que se esconde mais adiante. O barquinho cai nela e o valoroso soldadinho, num repente, vê-se no fundo de um turbulento rio.
Ainda o nosso soldado se está a recompor da queda e dele já se aproxima um peixe grande e guloso. Abre a boca e engole-o. Imagina o que sentiu o soldadinho...
Mas o peixinho comilão, por seu lado, também vai cair, bem depressa, nas redes de um pescador. E a cozinheira assim que o vê tão bonito, com escamas tão brilhantes, pensou logo em preparar uma boa caldeirada.
Mas vejam só que coincidência! Lá vai ela a entrar na mesma casa onde morava o nosso soldadinho de chumbo. E agora ela está a amanhar e a cortar o peixe. Ena! O que é que ela encontrou? É o nosso querido soldado.
É inacreditável! É admirável mesmo! Se não tivéssemos visto, seria difícil de acreditar. Vejam só de que maneira o soldadinho de chumbo conseguiu voltar a casa!
E agora, que alegria, ele está de regresso, no meio de todos os outros brinquedos. E para a felicidade ser completa, uma linda bailarina contempla-o, sorrindo.
O menino, satisfeito, brinca alegremente com o soldadinho de chumbo.
Mas de repente...! Que pena! O nosso soldadinho tropeça e cai no meio da lareira acesa e, desse modo, amiguinhos, ele vai derreter.
Mas não fiquem tristes, porque ele não morre! Ele voltará na forma de um novo brinquedo. E a linda bailarina vendo assim o seu amado, também salta para dentro da fogueira, onde estava o soldadinho.
E na manhã seguinte,
viram todos, que emoção!
Os dois juntos, transformados,
num bonito coração.
(Adaptação de «O Soldadinho de Chumbo», conto escrito por Hans Christian Andersen, e publicado pela primeira vez em 1838)
(Fotos: Internet)
segunda-feira, janeiro 18, 2010
« Zzzzzzzzzzzzzzzzz»
2004 - 4.º Lugar
«Zzzzzzzz». «Zzzzzzzzzz». «Zzzzzzzzzz». Insectos, insectos por todo o lado. Plantas, plantas estranhas.
Tamanhos desmesurados, corpos distorcidos. Um conjunto de seres estranhos deambula num percurso de interrogação tentando descobrir o que os rodeia ou talvez à espera de serem descobertos pelos que os rodeiam.
Este é um espectáculo / parada em que insectos, plantas carnívoras e vasos gigantes percorrem as ruas acompanhados pelos sons de Goran Bregovic.
Tamanhos desmesurados, corpos distorcidos. Um conjunto de seres estranhos deambula num percurso de interrogação tentando descobrir o que os rodeia ou talvez à espera de serem descobertos pelos que os rodeiam.
Este é um espectáculo / parada em que insectos, plantas carnívoras e vasos gigantes percorrem as ruas acompanhados pelos sons de Goran Bregovic.
terça-feira, janeiro 12, 2010
«Afunda qu'eu gosto»
2003 - 4º Lugar
Nem na NBA se viu um embate assim: Diabos patrocinados pelo «Piri-piri Ardiume» e Anjos a publicitar o sabão de barra «Veia Azul».
Relata o Teles: «Que encontro titânico! Anão dos Zipies com a bola, dribla um, dribla dois, assiste o Careca Gato que dentro do garrafão atira para dois pontos, mas é abafado por Sérgio Martelinho». «Abafado não que eu gosto mais de cerveja, porra!»
As gajas estão em delírio, carregadas de ressecume, a espumarem pela boca e atiram roupa interior para dentro do garrafão já vazio porque o Tomsich bebeu-o todo».
Bola nos Diabos que já ultrapassaram o seu meio campo, atropelaram o árbitro Gama - «Gama gama as couves que a tua mãe diz-tas!». Adiante.
Zé CTT passa para Pato do Bosque, dribla um, dribla dois, abre o cu por dois tostões e é bloqueado por uma força misteriosa e centrífuga que surge do centro da terra. Oh não!! O Buda das Raves e a Vera, o duo maravilha da formação da ADO, e roubam-lhe a bolaaaaaaaa!
Zé Américo acompanha Bano ao hospital com uma rotulagem no repolho da gâmbia esquerda. Fim do jogo com um empate a zero pontos e um cartão de rápidas melhoras para o Baninho que foi abalroado pelo «Tó Carro» do clube. «Desculpa lá, pró ano pago-te os curativos», despediu-se o presidente da Fundação acompanhado da filha do Pietra. «Quando é que pagas, meu?» (Olha o Albano a zangar-se. E já agora: o teu pai tá bom?)
Angélico-Mor e Capeta Master, nas suas poltronas, antes de deliciarem a populaça com as suas cuecas com motivos alusivos à época, pintadas por conceituados artistas. Consta que uma delas levou com uma carga acastanhada de belo efeito... Puff.

Pormenor2: O Alex a experimentar o fato do Tomsich. Ficava-lhe bem, o problema é que era muito apertado...

Nem na NBA se viu um embate assim: Diabos patrocinados pelo «Piri-piri Ardiume» e Anjos a publicitar o sabão de barra «Veia Azul».
Relata o Teles: «Que encontro titânico! Anão dos Zipies com a bola, dribla um, dribla dois, assiste o Careca Gato que dentro do garrafão atira para dois pontos, mas é abafado por Sérgio Martelinho». «Abafado não que eu gosto mais de cerveja, porra!»
As gajas estão em delírio, carregadas de ressecume, a espumarem pela boca e atiram roupa interior para dentro do garrafão já vazio porque o Tomsich bebeu-o todo».
Bola nos Diabos que já ultrapassaram o seu meio campo, atropelaram o árbitro Gama - «Gama gama as couves que a tua mãe diz-tas!». Adiante.
Zé CTT passa para Pato do Bosque, dribla um, dribla dois, abre o cu por dois tostões e é bloqueado por uma força misteriosa e centrífuga que surge do centro da terra. Oh não!! O Buda das Raves e a Vera, o duo maravilha da formação da ADO, e roubam-lhe a bolaaaaaaaa!
Zé Américo acompanha Bano ao hospital com uma rotulagem no repolho da gâmbia esquerda. Fim do jogo com um empate a zero pontos e um cartão de rápidas melhoras para o Baninho que foi abalroado pelo «Tó Carro» do clube. «Desculpa lá, pró ano pago-te os curativos», despediu-se o presidente da Fundação acompanhado da filha do Pietra. «Quando é que pagas, meu?» (Olha o Albano a zangar-se. E já agora: o teu pai tá bom?)
O Baninho a mais o Rei, Josina, Tânia, Xanita, e em baixo estão o Alex e o Hugo The Basili. Que rica foto para a posteridade. Não é todos os dias que El-Rei tira uma foto com a Zuzucada. Para que conste!
Parece que passou uma chuvada ácida por este cortejo e destruiu tudo. Meninos, pró ano só bebem suminhos! Não vale arrancar olhos nem cabeças!!! E muitos menos dentes! Chiça!

Para esta maquete, fizemos uma contratação multimilionária nos States da qual ainda hoje estamos a pagar os juros do empréstimo ao banco. Mas valeu a pena! O John Tomsich fez cada afundanço de cerveja com vinho tinto que nem vos digo nem conto... Ele até é adepto do Beira-Mar, mas como os Zuzucas também são amarelos e pretos ficou tudo em família. Thank you, man!!
Este foi um dos momentos altos - p'raí dois metros de altura - dos preparativos, com o Alex Rosas a experimentar a fatiota do norte-americano e os contrastes saltaram à vista.
Pormenor1: O collant de licra que o John usa quando vai fazer ballet...
Pormenor2: O Alex a experimentar o fato do Tomsich. Ficava-lhe bem, o problema é que era muito apertado...

Olhem só para a interacção deste grupo carnavalesco com o público. O puto tá sentado, mas primeiro fizemos dele gato-cinzeiro. Observem bem o estado da sua calça. Não se brinca! Mainada!
segunda-feira, janeiro 04, 2010
CHEGADA DO REI – 2003
Só faltava o Netinho Brasileiro porque dançarinas «made in esterco», de galocha e troço de couve empunhado, abalaram a Chegada do Rei em silêncio ensurdecedor e abrasador de música nenhuma. (Oh Simões, tu vê lá a aparelhage!)
Aquilo era tronchudas, era de Bruxelas, era cebolas, era rabanetes, era cagamelos gigantes, pepinos minhotos, era charlottes de chocolate, rissóis de caspa, cafés de chimpão, canecas de vinho azedo pelas goelas abaixo, miosótis de condorninhos para disfarçar o cheiro, móches “bric-à-brac” de pés juntos, chantillies malucos, excursões de Carrazedas de Ansiães, bicicletas de tortulho “tenham Paciência”, espigas de milho-rei para pipocas coloridas, cacetes de pão rijo, saias bordadas à mão, colchetes de cevada, senhoras idosas a conduzirem carros-patrulhas, enfim, um frenesim endiabrado de prokopienkos malamutes das grutas de Cova Donga.
Obrigadinha, mas prontos, não temos culpa do júri gostar de mulher com bigode, porque já diz o ditado que estas pagam bem a quem a f***.
O verdadeiro deboche do Trio Frenético em plena Alameda do Desterro: É mão na virilha, é cuecas pró lado, é troços de couve, é plaquetas sanguíneas, é «lamirrés», é «solidós», enfim, um frenesim de tamanhas loucuras nunca antes vistas em terras vareiras. Tinha que ser!
Os fiéis seguidores de música nenhuma, expelida por colunas falheiras «made in Caniço de Espargo» e mesas de potenciómetros subalternos a darem o pifo constantemente.
«CANTAI DAS VOSSAS RICAS ALMAS! ANIMAI O POVINHO ENQUANTO AS FRENÉTICAS DESOSSAM AS TRONCHUDAS P'RÓ CALDO VERDE!»
Almerinda Açougue questiona GenovevaPalhad’aço:
-Já fijeste a depilaxão no joanete?
- Poish, num t'esqueças que tou a estreari a minha rica botaina noba. E tira a mãozinha daí que o meu Tono foi lebar as bacas à ordenha e tá por aí a chegari. - Oh filha, tás c’o ubre dilatado… Querias ter um como o meu, mas tens muito pasto que comer p'ra lá chegar.
E agora, a apocalipsis final: Almerinda Açougue em pleno «stage diving» nos Paços do Concelho de Ovar Vareiro que lindo que tu és. Foi bonito de se ver! Até a Sic Radical veio filmar. Pró ano tamos no Rock in Rio Cáster.
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Hot dogs (Zuzutour)
2002 - 6º Lugar
Uma vez que se gerou alguma confusão, vimos por este meio explicar o que é que a gente quis com esta maqueta, porque só a avó do Américo é que percebeu quando, à falta de melhor conselheiro, se virou para o seu joanete de estimação e o questionou nestes termos:
- Oh Joanete exacerbado meu, explica-me como é que eles vão, oh Zebedeu!
Ele retorquiu também nestes termos:
- Em primeiro lugar, já te expliquei mil vezes e não tenho culpa de estares mouca. O diabo da mulher mais aos termos. Agora a sério: Fecha os olhos e imagina-te que estás na capital daquela ilhota chamada Inglaterra, reinada por uma velhinha ainda mais velhinha do que tu, mais aquele filho dela que manda umas orelhas que só o nosso Hugo Basilius lhe pode fazer frente ao trono.
- Por falar nisso, 'pera aí que eu tenho que me ir sentar no trono de emergência para expelir um menir – atalha a avózinha.
E prontos, está explicada. Se não percebesteis, continuem a mandar postais.
- Já estou arrependido de ter vindo nesta excursão para ir ver o Tony Carreira ao vivo no Pavilhão do Torresmos Futebol Club! - exclama Saturnino Vespúcio;
- Oh coração, eu não consigo entrar na auto-pluma, porque a Cesária Balofa tá atravancada na porta e não entra nem sai ninguém enquanto não forem buscar um pé-de-cabra! Ai Toni, Toni, se não ficar na primeira fila ainda cometo uma loucura.
Os turistas antes de iniciarem a famigerada viagem de autopluma.
A Rainha Isabel II convidou a Camila Parker Bowles, mas ela ia abrir o cortejo (com um GNR em cima!).
- Esperaindeis por mim! Please! Per faiviour! Ninguém se esqueça da Vanessa Coqueluche, a vossa cicerone para todo el servicio, dentro e fora (do autocarro).
O casal Ling Chunga está a provar a cota recensa britânica, com “fish’n chips” à misturage. Vamos ouvir:
- Adolo aloz no plato com lentilhas acabadas de flitale. E tu, minha quelida Chunga?
- Eu gostal mais de flango com boloa de mel, polque fazele bem à hembolódia que calego no meu esfínctel anal.
- Calago, pá, num teles um númelo maiole?
- Estenho, pá, mas às minha avó eslevou ele para as novena das sete.
Que cheiro! Que fedor! Esta botilde tresanda a sulfato de peúga!
Uma vez que se gerou alguma confusão, vimos por este meio explicar o que é que a gente quis com esta maqueta, porque só a avó do Américo é que percebeu quando, à falta de melhor conselheiro, se virou para o seu joanete de estimação e o questionou nestes termos:
- Oh Joanete exacerbado meu, explica-me como é que eles vão, oh Zebedeu!
Ele retorquiu também nestes termos:
- Em primeiro lugar, já te expliquei mil vezes e não tenho culpa de estares mouca. O diabo da mulher mais aos termos. Agora a sério: Fecha os olhos e imagina-te que estás na capital daquela ilhota chamada Inglaterra, reinada por uma velhinha ainda mais velhinha do que tu, mais aquele filho dela que manda umas orelhas que só o nosso Hugo Basilius lhe pode fazer frente ao trono.
- Por falar nisso, 'pera aí que eu tenho que me ir sentar no trono de emergência para expelir um menir – atalha a avózinha.
E prontos, está explicada. Se não percebesteis, continuem a mandar postais.
- Oh coração, eu não consigo entrar na auto-pluma, porque a Cesária Balofa tá atravancada na porta e não entra nem sai ninguém enquanto não forem buscar um pé-de-cabra! Ai Toni, Toni, se não ficar na primeira fila ainda cometo uma loucura.
Os turistas antes de iniciarem a famigerada viagem de autopluma.
A Rainha Isabel II convidou a Camila Parker Bowles, mas ela ia abrir o cortejo (com um GNR em cima!).
- Esperaindeis por mim! Please! Per faiviour! Ninguém se esqueça da Vanessa Coqueluche, a vossa cicerone para todo el servicio, dentro e fora (do autocarro).
O casal Ling Chunga está a provar a cota recensa britânica, com “fish’n chips” à misturage. Vamos ouvir:
- Adolo aloz no plato com lentilhas acabadas de flitale. E tu, minha quelida Chunga?
- Eu gostal mais de flango com boloa de mel, polque fazele bem à hembolódia que calego no meu esfínctel anal.
- Calago, pá, num teles um númelo maiole?
- Estenho, pá, mas às minha avó eslevou ele para as novena das sete.
Que cheiro! Que fedor! Esta botilde tresanda a sulfato de peúga!
domingo, dezembro 13, 2009
Tiro e Queda
2001 - 1º Lugar
Quem disse que não há caça? Os Zuzucas foram p'rá mata e tiveram sorte. Os coelhos que começaram o desfile chegaram ao fim sãos e salvos, o que quer dizer que com caçadores destes a caça transforma-se em predadora.
Foi «Tiro e Queda». Com o primeiro lugar em ponto de mira, os Zuzucas dispararam e... PUM!!!! Acertaram na "mouche"... e os coelhos fugiram para a moita mas tiveram azar porque o cheiro era insuportável.
Alguém tinha deixado ficar um "polícia". Chamem a Guarda-Florestal!!! (Agora não posso porque tou sem saldo no telemóvel...)
Quem disse que não há caça? Os Zuzucas foram p'rá mata e tiveram sorte. Os coelhos que começaram o desfile chegaram ao fim sãos e salvos, o que quer dizer que com caçadores destes a caça transforma-se em predadora.
Foi «Tiro e Queda». Com o primeiro lugar em ponto de mira, os Zuzucas dispararam e... PUM!!!! Acertaram na "mouche"... e os coelhos fugiram para a moita mas tiveram azar porque o cheiro era insuportável.
Alguém tinha deixado ficar um "polícia". Chamem a Guarda-Florestal!!! (Agora não posso porque tou sem saldo no telemóvel...)
Matança real entre tiros pela culatra malcheirosos e desidratação precoce, os coelhos, os caçadores, os guardas-florestais e respectivos cães sarnentos com uma saúde bocal de fazer inveja ao Malícia.
O Dino e o Ismael a segurarem nas cabecinhas do Américo e do Buda das Raves.
O Engenheiro (ex-roy cordas) e o Bunny Brazens no meio do matagal. Cuidado com a cocó dos patos... Quá! Quá! Quá!
Tanta mata para desbravar e o meu cartuxo enfurrujado...
- Eu rescindi contrata com os Zippies em 1983, depois disso fiquei convalescido em casa a montar ferry-boats. Depois apanhei a mania de pegar no pincel e fui esbrudegar pergaminhos e papiros, quando alguém me perguntou: "Tu já pintas?" - I have a dream com coelhos felpudos a saltarem barrancos de pedras e arames farpados e a servir de limpa-cús a ursos polares.
- Por mim, tás à vontade desde que não me apalpes a conjuntivite porque eu sofro da moléstia dos coelhos. Agora, vira-te porque quero-te fazer parir uma ninhada de doze ou treze coelhos envoltos em papas quentes.
quinta-feira, dezembro 10, 2009
PINCHAVELHOS
2000 - 6º Lugar
Lembram-se daqueles alegres brinquedos com que os nossos papás brincavam antes de haver Segas e de saltarem para cima dos corpos esbeltos das nossas mamãs?
Pois foi esse boneco – originalmente de madeira e que ainda hoje se pode adquirir em muitas festas e romarias – que recriámos em tamanho próprio para o gigante Gulliver. Um espanto!
Ao mesmo tempo, foi uma homenagem às nossas tradições, com as matrafonas a poluírem o ambiente e o senhor Padre a tentar impor a moral e os bons costumes.
Debalde... Podia ter sido pior.
Foto do Estado-Maior Zuzucal antes da partida (que a canalização nos iria pregar, isso sim!)
Lembram-se daqueles alegres brinquedos com que os nossos papás brincavam antes de haver Segas e de saltarem para cima dos corpos esbeltos das nossas mamãs?
Pois foi esse boneco – originalmente de madeira e que ainda hoje se pode adquirir em muitas festas e romarias – que recriámos em tamanho próprio para o gigante Gulliver. Um espanto!
Ao mesmo tempo, foi uma homenagem às nossas tradições, com as matrafonas a poluírem o ambiente e o senhor Padre a tentar impor a moral e os bons costumes.
Debalde... Podia ter sido pior.
- Oh mori, onde fica o mercado? Já tou resmas de atrasada
- Anda atrás de mim, segue o meu repolho...
Bacanallibus Profannus: Onde está o Padre...? (Pormenor: O rosto horrorizado do Américo...)
O verdadeiro Pinchavelho.
Todos felizes e contentes.
Mal sabiam que a tubage os ia deixar ficar mal.
sábado, dezembro 05, 2009
PARVALHOTI & FRIENDS
1999 - 6º Lugar
Aquilo só visto, meus senhores e minhas lindas! A "Quienserrá Kabalhête?" transfigurava-se a fazia aquilo que sempre quis mas nunca teve coragem, o António Carrencas desbundou na bateria (batia com o pé, batia no bombo), e o Flácido Domingo deixou crescer o cabelo mas um fã mais empedernido conseguiu fugir com ele (com o cabelo, entenda-se).
O nosso Parvalhoti (ou CM, se preferirem) foi um êxito. E agora um segredo: Aquilo que ele levava na mão era uma cueca selada trazida de Itália.

Fotografia da participação no Carnaval de Ovar, - exclusivamente contratados por nós, dos famosíssimos Flácido Domingo, Parvalhoti, António Carrencas e a Quienserrá Kabalhête?

Pergunta-se: Quem vai ao tútú ao maestro?

Nem a Banda do Lau se incorpora numa foto de tal calibre...

O maior violinista de todos os tempos. Um verdadeiro Stradivarius oferecido pela Vanessa Mae.
Em ano de andanças italianas, aproveitámos para trazer o tenor gordo e alguns dos seus amigos.
Aquilo só visto, meus senhores e minhas lindas! A "Quienserrá Kabalhête?" transfigurava-se a fazia aquilo que sempre quis mas nunca teve coragem, o António Carrencas desbundou na bateria (batia com o pé, batia no bombo), e o Flácido Domingo deixou crescer o cabelo mas um fã mais empedernido conseguiu fugir com ele (com o cabelo, entenda-se).
O nosso Parvalhoti (ou CM, se preferirem) foi um êxito. E agora um segredo: Aquilo que ele levava na mão era uma cueca selada trazida de Itália.

Fotografia da participação no Carnaval de Ovar, - exclusivamente contratados por nós, dos famosíssimos Flácido Domingo, Parvalhoti, António Carrencas e a Quienserrá Kabalhête?

Pergunta-se: Quem vai ao tútú ao maestro?

Nem a Banda do Lau se incorpora numa foto de tal calibre...

O maior violinista de todos os tempos. Um verdadeiro Stradivarius oferecido pela Vanessa Mae.
sexta-feira, dezembro 04, 2009
2009 :: "Cara de Cú"
SINOPSE
Decididos a fazer história, um grupo muito especial de domadores, decide transformar uma estranha manada de cavalos selvagens, numa verdadeira atracção circense. Com muito esforço , estes domadores vão conseguindo alguns progressos. Mas quando pensam que estão a atingir os objectivos, o CAOS instala-se. Será que irão conseguir? Só o público os poderá ajudar…
Decididos a fazer história, um grupo muito especial de domadores, decide transformar uma estranha manada de cavalos selvagens, numa verdadeira atracção circense. Com muito esforço , estes domadores vão conseguindo alguns progressos. Mas quando pensam que estão a atingir os objectivos, o CAOS instala-se. Será que irão conseguir? Só o público os poderá ajudar…
2008 :: “Até que “em fim” chegámos…”


Foi uma maqueta divertida e até merecedora do 1º lugar.
SINOPSE
A maqueta pretende representar uma personagem apalhaçada e hilariantemente zombeteira.
De uma forma generalizada a ideia passará pela representação de várias personagens semelhantes, que terão como objectivo chegar ao seu destino (o final do cortejo), no entanto terão pelo seu caminho algumas peripécias que lhes dificultará a chegada, nomeadamente a luta contra os fortes vendavais e tormentas.
Cansados de tantas tentativas, sempre infrutíferas, optam pelo espectáculo e interacção com o público munidos de alguns adereços: malas ornamentadas e com surpresas, guarda chuvas desfeitos pelo vento, entre outros.
Após uma breve e foliona representação/espectáculo das personagens, as mesmas voltarão à ideia inicial da tentativa de chegada ao destino.
Todos elementos deste grupo irão apresentar-se vestidos de trajes comicamente enquadrados com a personagem que irão a representar, sendo estes feitos em vários tecidos e de várias cores, realçando ainda, as cabeleiras e chapéus usados por cada um.
A Alegoria será composta por um boneco, semelhante às personagens, e ainda, uma ventoinha de grande dimensão que irá originar o vento e todas as tempestades que irão surgir durante o desfile.
SINOPSE
A maqueta pretende representar uma personagem apalhaçada e hilariantemente zombeteira.
De uma forma generalizada a ideia passará pela representação de várias personagens semelhantes, que terão como objectivo chegar ao seu destino (o final do cortejo), no entanto terão pelo seu caminho algumas peripécias que lhes dificultará a chegada, nomeadamente a luta contra os fortes vendavais e tormentas.
Cansados de tantas tentativas, sempre infrutíferas, optam pelo espectáculo e interacção com o público munidos de alguns adereços: malas ornamentadas e com surpresas, guarda chuvas desfeitos pelo vento, entre outros.
Após uma breve e foliona representação/espectáculo das personagens, as mesmas voltarão à ideia inicial da tentativa de chegada ao destino.
Todos elementos deste grupo irão apresentar-se vestidos de trajes comicamente enquadrados com a personagem que irão a representar, sendo estes feitos em vários tecidos e de várias cores, realçando ainda, as cabeleiras e chapéus usados por cada um.
A Alegoria será composta por um boneco, semelhante às personagens, e ainda, uma ventoinha de grande dimensão que irá originar o vento e todas as tempestades que irão surgir durante o desfile.
quinta-feira, dezembro 03, 2009
ANIVERSÁRIUZ
1998 - 1º Lugar
We are the Champions!!
Bodas de prata. Vinte e cinco anos após o nascimento dos Zuzucas, assinalámos a efeméride com uma festa de aniversário.
Mandámos fazer um poio, ops!, um bolo, convidamos irreverentes palhaços e as famosas caixinhas-surpresa que fizeram as delícias da pequenada. E as nossas, porque acabámos por ganhar o carnaval este ano.
Uma verdadeira coroa de glória...
Foi bonito de se ver e a Av. Ferreira de Castro (Ai que saudades, ai, ai) não regateou aplausos!
We are the Champions!!
Bodas de prata. Vinte e cinco anos após o nascimento dos Zuzucas, assinalámos a efeméride com uma festa de aniversário.
Mandámos fazer um poio, ops!, um bolo, convidamos irreverentes palhaços e as famosas caixinhas-surpresa que fizeram as delícias da pequenada. E as nossas, porque acabámos por ganhar o carnaval este ano.
Uma verdadeira coroa de glória...
Olá Baby... Queres tocar na minha gaita?
Hi...Hi...Hi... quero-tchi comê.
Poing, Poing, Poing, Poing...
quarta-feira, dezembro 02, 2009
ZUZUSCÓPIO
1997 - 7º Lugar
Tem “cópio” mas não mete copos. Metia aviadores e barcos voadores.
Estávamos todos virados para o céu e com a cabeça na lua. As fatiotas metiam inveja ao Gago Coutinho e ao Sacadura Cabral (se fossem vivos, coitados...)
Neste ano, abrimos asas e voámos. Reparem bem no pormenor das hélices movidas a energia eólica. Ai, ai, as nossas preocupações ecológicas...

Até parece o internacional de Avanca a levantar vôo para o cólon da Abelha Maia que, por sua vez, ficou com o rolhó em ferida. Vocês já sabem o resto da história...

Barcos Rabelo ainda vá que não vá, agora 'ferros de engomar' é que nunca!!
Salvaram-se foram os sapatos com sola dobrada sete vezes a pedra de meteorito...
Este é o fato que deixou o Alberto Kalor com os bicos das mamas em ferida
enquanto que o Zé achou que estava a apanhar Seca e escapuliu-se para outras paragens...
Tem “cópio” mas não mete copos. Metia aviadores e barcos voadores.
Estávamos todos virados para o céu e com a cabeça na lua. As fatiotas metiam inveja ao Gago Coutinho e ao Sacadura Cabral (se fossem vivos, coitados...)
Neste ano, abrimos asas e voámos. Reparem bem no pormenor das hélices movidas a energia eólica. Ai, ai, as nossas preocupações ecológicas...

Até parece o internacional de Avanca a levantar vôo para o cólon da Abelha Maia que, por sua vez, ficou com o rolhó em ferida. Vocês já sabem o resto da história...

Barcos Rabelo ainda vá que não vá, agora 'ferros de engomar' é que nunca!!
Salvaram-se foram os sapatos com sola dobrada sete vezes a pedra de meteorito...
enquanto que o Zé achou que estava a apanhar Seca e escapuliu-se para outras paragens...
sábado, novembro 28, 2009
ZUZUROPA´96
1996 - 4º Lugar
Está-se mesmo a ver que um grupo como os Zuzucas não podia deixar passar em claro o (outro) ano das vacas gordas (loucas?) do futebol português.
Ele foi o apuramento para o Euro'96 em Inglaterra, ele foi o apuramento para os Jogos Olímpicos de Atlanta, ele foi o apuramento para o Euro de Esperanças não sei aonde...
Como diria o nosso amigo Gabriel Alves, ensaiámos os penalties no laboratório do João Gomes e lá fomos ao som do hino nacional pelas ruas. Com balizas e tudo...
Fernando Coito, João Pintas e Falo Madeira.
Que ricos pézes para subir o degrau do autocarro da carretêra.
A fotografia não mente, o árbitro estava comprado!
O deputado Pacheco Pereira na marca de grande penalidade.
Já se previa uma transferência para Estrasburgo...
Até parecia o Estádio da Luz antes de ser demolido...
Está-se mesmo a ver que um grupo como os Zuzucas não podia deixar passar em claro o (outro) ano das vacas gordas (loucas?) do futebol português.
Ele foi o apuramento para o Euro'96 em Inglaterra, ele foi o apuramento para os Jogos Olímpicos de Atlanta, ele foi o apuramento para o Euro de Esperanças não sei aonde...
Como diria o nosso amigo Gabriel Alves, ensaiámos os penalties no laboratório do João Gomes e lá fomos ao som do hino nacional pelas ruas. Com balizas e tudo...
Fernando Coito, João Pintas e Falo Madeira.
Que ricos pézes para subir o degrau do autocarro da carretêra.
A fotografia não mente, o árbitro estava comprado!
O deputado Pacheco Pereira na marca de grande penalidade.
Já se previa uma transferência para Estrasburgo...
Até parecia o Estádio da Luz antes de ser demolido...
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